Mensagens de Anônimo e de Manoel (espíritos) 15/04/1898

A LUZ –  Orgão do Cento Espírita de Curitiba

Chefe de Redação: Alfredo C. Munhoz

Publicação Quinzenal Curitiba, 15 de abril de 1898

Ano 9, número 188 (página 6)

COMUNICAÇÕES Recebidas no Centro Espirita de Curitiba, em 4 de Março de 1898

Tudo se agita, tudo se convulsiona e tudo se encadeia.

Neste fim de século em que todos se preocupam com o seu bem-estar, e outros se entregam ao estudo de tantas descobertas, se veem, de vez em quando, coisas bem notáveis, que já há muito deveriam ter desaparecido do vosso planeta.

O progresso a que o vosso planeta tem atingido é na verdade grande em relação ao de outros planetas.

Notai, meus bons amigos, o progresso que tendes visto do meio deste século para cá, notai bem todos os movimentos em qualquer ramos da ciência, seja qual for, e vereis que o progresso tem sido grande.

É realmente grande o vosso progresso; mas nesse tanto caminhar, diante deste grande passo que tendes dado como o auxílio dos habitantes do Espaço, vós ainda não soubeste despojar-vos dos vícios que fazem estacionar!

Vós não quereis compreender; preferis viver no erro e no crime a ouvir os nossos conselhos que só vos conduzem à Verdade e ao Bem.

Quereis saber a que nos referimos?

É  a esse ódio de raças, é a essa absurda prática de não conhecer como irmãos aqueles que habitam fora das fronteiras de vossa pátria, é, enfim, o não conhecerdes ainda que todos sois irmãos perante Deus e perante a humanidade!

Homens da Terra! Todos vós sois irmãos, porque descendeis do mesmo princípio, para vós não devem haver distinções de raças, crenças, ou…

Lembrai-vos sempre que todos sois irmãos, e para que bem o compreendais, aceitai a doutrina que prega a Igualdade e Fraternidade.

Essa doutrina tão pura, que faz grandes e bons, é, sem dúvida, a Espírita, porque aceitando em seu seio todos os homens, nem por isso se afasta um só ponto de seu alvo – o Amor e a Caridade.

(Anônimo)

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Deus de Misericórdia, abençoa teus filhos, aqueles que sobretudo obedecem às leis de teu bem amado Filho.

Eu, pobre espírito, criatura ínfima, finita e imperfeita, eu te peço em nome de Jesus que tua Bondade nos dê permissão de os socorrer; somos todos teus filhos e por isso te peço, bom Pai Celestial, a benção para todos.

MANOEL.

1/4/1898



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